A alimentação nos restaurantes
Nos restaurantes, especialmente para quem necessite de os frequentar mais de uma vez por semana, é preciso ser muito prudente. A gordura esconde-se um pouco por toda a parte: nas carnes, nas almôndegas, nas salsichas de todos os tipos, nos molhos, nas maioneses e nos fritos de qualquer género, especialmente nas batatas fritas, que foram elevadas à categoria de acompanhamento quase universal. A batata cozida em água contém 18% de glúcidos de absorção lenta, contra 35% da batata frita, além dos 10 a 15% de lípidos absorvidos durante a fritura. Além disso, há sempre a tendência para acrescentar mais sal às batatas fritas.
Os hambúrgueres são gordos, tal como as costeletas de porco e de carneiro. Os bifes grelhados, as fatias de carne assada, sobretudo de vitela, fornecem a mesma quantidade de proteínas, mas com muito menos gordura a acompanhar. De qualquer modo, ponha sempre de lado as gorduras visíveis, quando comer carne.
Os restaurantes de fast food, nascidos do outro lado do Atlântico, foram implantados entre nóscom muito sucesso, sobretudo entre os jovens.
Felizmente, já não se reduzem apenas à forma clássica: hambúrguer + batatas fritas + maionese + uma cola. Alguns restaurantes deste tipo têm também bufetes de saladas, com uma escolha mais ou menos diversificada de alimentos crus. Mas convém não abusar dos molhos servidos como acompanhamento.
Quanto aos fritos, a regra é desconfiar: muitas vezes, utilizam-se óleos completamente degradados. Por isso, o melhor é preparar a sua própria merenda em casa, utilizando, por exemplo, as sobras do jantar da véspera.
Quando chegar ao seu local de trabalho, coloque-a, se possível, no frigorífico. Se na sua empresa existir um micro-ondas, ainda melhor, já que isso lhe permitirá diversificar as ementas.